O que fazer e o que não fazer na hora de procurar emprego

Tempo médio de menos de trinta segundos para visualização de currículos por recrutadores prova que esta ainda é a melhor ferramenta do candidato

Por JB Negócios 20/01/2017 - 18:52 hs

É no começo do ano, mas especificamente janeiro e fevereiro, que as empresas disponibilizam o maior número de vagas para contratação, contrariando o que a maioria das pessoas pensam. Mas com isso vem a dúvida de como aproveitar da melhor maneira possível esse momento. O currículo, por exemplo, continua sendo a principal ferramenta para a busca de uma nova recolocação e, portanto, ele tem que se destacar positivamente.

Atualmente, o tempo médio de visualização de um currículo pelo recrutador brasileiro é de menos de trinta segundos. Essa estatística comprova que um bom currículo pode ser o diferencial para uma recolocação rápida. Ele tem que ser objetivo e, sobretudo, ressaltar os diferenciais do candidato.

Cinco dicas simples, porém fundamentais, para obter sucesso na recolocação profissional.

1)      Arrumar o currículo: aqui, a dica é esquecer aquele modelo do amigo, do primo ou da namorada. Cada profissional é único e, portanto, procurar um especialista que possa analisá-lo é fundamental. O currículo serve justamente para enfatizar o que o profissional tem de melhor e, muitas vezes, as informações se perdem em um texto mal elaborado.

2)      Falar: primeiramente, as pessoas precisam saber que você está à procura de um novo emprego. As maiorias das pessoas que se deparam com uma demissão sofrem um choque na autoestima e, em um primeiro momento, tendem a esconder dos amigos. Embora a perda do emprego seja impactante, agora é hora de falar para as pessoas que você está em busca de uma recolocação. Quem sabe aquele conhecido não está justamente procurando um profissional como você. 

3)      Internet: coloque seu currículo num site especializado em recolocação de profissionais. No local, por meio de um consultor virtual, é possível encontrar diversos serviços que ajudam a esclarecer dúvidas, como elaboração de currículos e dicas na hora da entrevista.

4)      Rede de contatos: o segundo passo é ativar o networking. Uma ligação, um e-mail, uma mensagem, um café, um almoço. Vale quase tudo na hora de se aproximar de pessoas que podem ajudá-lo profissionalmente. Mas, lembre-se, a insistência exagerada pode ser um “tiro no pé” e acabar o afastando de oportunidades. Moderação é a palavra-chave.

5)      Entrevista: esse será o seu primeiro contato visual com o recrutador, portanto, causar boa impressão é fundamental. Isso vai desde a maneira como se vestir, evitando exageros, até aproveitar o momento para ressaltar seus pontos positivos, tarefas exitosas em trabalhos anteriores, cases de sucesso. E, lembra-se daquela máxima que “estudar” sobre a empresa, faz a diferença. “O conhecimento vai mostrar ao recrutador que o candidato se interessou em se aprofundar sobre a companhia e, com certeza, causará boa impressão durante a entrevista.

 

Fazendo uso de dicas como essas e controlando a ansiedade, o caminho para a recolocação profissional pode ficar mais curto.