Comércio projeta abrir 3,5 mil vagas temporárias em Balneário Camboriú

A proximidade da temporada de verão aquece o ritmo das contratações temporárias no comércio de Balneário Camboriú

Por JB Negócios 14/11/2017 - 16:24 hs

O momento é ideal para quem busca recolocação ou ingresso no mercado de trabalho, já que a estimativa é de que cerca de 3, 5 mil vagas temporárias sejam abertas durante a temporada 2017/2018. Os números são projetados pelo Sindicado do Comércio Varejista e Atacadistas de Balneário Camboriú e Camboriú (Sincomércio).

De acordo com dados da Fecomércio, cerca de 37,9% dos empresários  catarinenses pretendem ampliar o quadro de funcionários no fim do ano, conforme aponta a pesquisa "Trabalhadores Temporários no Comércio – Temporada de Verão de 2018", realizada com 398 empresas em sete cidades de Santa Catarina.

As oportunidades em Balneário Camboriú são para atuar nos setores de serviços e comércio. O presidente do Sincomércio, empresário Hélio Dagnoni, explica que o número de vagas é baseado numa previsão de aumento de trabalhadores em todos os estabelecimentos do município. "Com a chegada do verão, aumenta o fluxo de pessoas na cidade e, consequentemente, o comércio é obrigado a contratar mais funcionários", enfatiza.

Hélio acrescenta que o emprego temporário é visto como uma boa oportunidade na cidade porque não se limita ao Natal. O forte do comércio de Balneário Camboriú é na temporada de verão, que segue até o Carnaval.  O cenário econômico em recuperação deve impactar no número de contratações. "Santa Catarina já vem apresentando sinais de retomada mais consistentes do que a média nacional desde o início do ano, com a maior variação no volume de vendas do país, saldo positivo de emprego e estabilização da renda. Esses indicadores devem refletir na abertura de vagas para a temporada", avalia o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt.

Os segmentos de supermercados e de vestuário, os dois setores mais movimentados neste período, devem ser os maiores contratantes. Para esta temporada estima-se que 18% das vagas criadas para atender o aumento na demanda serão efetivadas, abaixo da média (20%), mas superior ao resultado de 2016 (16%).